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Câncer de mama: o que o peso e os ultra processados têm a ver com isso?

Câncer de mama

O câncer de mama é o mais frequente entre as mulheres no Brasil e no mundo. Diante desse cenário preocupante, torna-se essencial olhar com atenção para os fatores que podem ser prevenidos — e a alimentação tem um papel central nessa proteção.

O impacto do excesso de peso

O sobrepeso e a obesidade têm se tornado cada vez mais comuns e, além de outros riscos à saúde, também estão associados ao câncer de mama.
Segundo pesquisadores, se fosse possível eliminar o excesso de peso entre mulheres brasileiras acima de 50 anos, cerca de 2 mil mortes por câncer de mama poderiam ser evitadas em um único ano.
Isso acontece porque o excesso de gordura corporal influencia diretamente nos processos hormonais e inflamatórios do organismo, favorecendo a proliferação celular descontrolada que pode levar ao câncer.
Ou seja: manter o peso dentro de uma faixa saudável não é apenas uma questão estética, mas também uma forma eficaz de prevenção.

Ultra processados: vilões silenciosos

Outro ponto que merece atenção é o consumo de alimentos ultra processados (AUP) — refrigerantes, embutidos, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, pães industrializados, doces e sobremesas prontas.
Um estudo nacional mostrou que, entre mulheres que já enfrentaram o câncer de mama, ovário ou colo do útero, quase 8% relataram ter consumido cinco ou mais tipos de ultra processados em apenas um dia. Os mais comuns foram molhos prontos, pães industrializados e doces.
Esse consumo é preocupante porque os ultra processados são ricos em aditivos, açúcares, gorduras de má qualidade e pobres em nutrientes.
Pesquisas indicam que a cada aumento de 10% nas calorias vindas desses produtos, o risco de câncer de mama cresce até 11%. Além disso, eles podem aumentar a fadiga, dificultar o controle do peso e até elevar o risco de recidiva em quem já teve a doença.

O que podemos aprender com esses dados?

A mensagem é clara: o estilo de vida importa muito na prevenção e no enfrentamento do câncer de mama. Manter um peso saudável, reduzir o consumo de ultra processados
e priorizar uma alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados (frutas, legumes, verduras, cereais integrais, leguminosas e proteínas de qualidade) pode fazer diferença real na saúde das mulheres.

Para refletir

O cuidado com a saúde vai muito além do tratamento médico. Pequenas escolhas no dia a dia — como trocar o refrigerante por água, reduzir os doces industrializados e incluir mais vegetais no prato — podem parecer simples, mas têm grande impacto na prevenção do câncer de mama e na melhoria da sobrevida.
Cuidar da alimentação é, sem dúvida, um dos passos mais poderosos que as mulheres podem dar rumo a uma vida mais saudável e protegida.

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